segunda-feira, dezembro 21, 2009
terça-feira, dezembro 15, 2009
Ciência e Literatura - Mia Couto ou como devemos manter viva a capacidade de nos deslumbrarmos
Sou escritor e cientista. Vejo as duas actividades, a escrita e a ciência, como sendo vizinhas e complementares. A ciência vive da inquietação, do desejo de conhecer para além dos limites. A escrita é uma falsa quietude, a capacidade de sentir sem limites.(...)
Perguntam-me como tratar em conto assuntos científicos. (...) Não será a grande descoberta científica o motivo de um pequeno conto, não será o facto científico em si mesmo. (...) O que pode suscitar uma pequena história é quanto por trás do ceintista reside um homem, com suas ignorâncias, suas incertezas e suas crenças tantas vezes muito pouco científicas. (...)
Portanto, o único conselho é este: escutar. Tornarmo-nos atentos a vozes que fomos encorajados a deixar de ouvir. Tornemos essas vozes visíveis. E mantenhamos viva essa capacidade que já tivemos na nossa infância de nos deslumbrarmos. Por coisas simples que se localizam na margem dos grandes feitos.
Mia Couto
Etiquetas:
bibliotecas,
ciência,
literatura,
Mia Couto
9ª sessão - Blogue
Este blogue é um dos produtos finais desta formação. Para memória futura aqui ficam as mensagens das formadoras, os textos das sessões, obrigatórios e facultativos, bem como todo o trabalho produzido nesta acção que foi muito intensiva, ainda por cima numa altura do ano em que o trabalho nas escolas é já muito árduo.
Mesmo assim valeu a pena.
segunda-feira, dezembro 14, 2009
sábado, dezembro 12, 2009
Outras leituras - George Steiner 8
É esta coexistência e esta relação entre o mais antigo e o mais novo, entre a tabuinha de argila ou o papiro e a gravação electromagnética num período de desenvolvimento técnico acelerado que se torna difícil de ordenar e planear. Pode-se sustentar que a British Library e a Biliothèque François Miterrand estavam já ultrapassadas no dia da sua abertura. São, em larga medida, mausoléus sumptuosos aos quais se associa, apesar da sua arquitectura modernista e afirmativa, uma aura de sepulcro, de imobilidade solene, inseparáveis do próprio conceito de museu e de arquivo. Dominam com vastas câmaras de tesouros embalsamados na fronteira de uma consciência completamente diferente que têm de esforçar-se por antecipar e a que devem tentar responder.
George Steiner, Gramáticas da Criação
sexta-feira, dezembro 11, 2009
Outras leituras - George Steiner 7
Ainda no começo do milénio, espera-se que esta biblioteca, como as suas congéneres, esteja conectada electronicamente com as restantes bibliotecas de depósitos e colecções especializadas do planeta. Realizar-se-á assim o sonho leibniziano de uma Bibliotheca universalis, pondo a soma da memória e do conhecimento humano registados ao alcance de uma secretária terminal, localizada num lugar ou noutro. Num sentido perfeitamente prático, as bibliotecas serão sinapses, pontos nevrálgicos de conexão numa rede global.
continua
quinta-feira, dezembro 10, 2009
COMPOSTO DE MUDANÇA - Mudam-se os tempos
Intitulado «Composto de Mudança», o CD tem uma dezena de composições, a partir de vários poemas de autores portugueses, designadamente um poema de Camões que foi utilizado na campanha institucional da PT.
Além de «Mudam-se os tempos» de Camões, pode-se ouvir a sonorização de poemas de, entre outros, Eugénio de Andrade, a «Pedra Filosofal» de António Gedeão, e a «Trova do vento que passa» de Manuel Alegre.
Pacman dos DaWeasel, Sofia Morais, André Gago e Kalaf são algumas das vozes que dão corpo aos poemas.
As receitas visam apoiar projectos do Instituto Camões para a promoção e desenvolvimento da língua portuguesa no mundo.
Esta iniciativa conta com o apoio da SIC.
Música de «Mudam-se os tempos» O poema é de Luís de Camões, a música é de Elvis Veiguinha e a voz é de Marco Delgado. A produção e arranjo é de Elvis Veiguinha e José M. Afonso.
Etiquetas:
Camões,
composto de mudança,
mudam-se os tempos,
poesia
quarta-feira, dezembro 09, 2009
8ª sessão - Workshop - Abertura
Mensagem das formadoras, na plataforma Moodle:
Caros formandos,
Já está disponível a 8ª Sessão.
Antes de iniciarem as vossas actividades devem ler primeiro atentamente o Texto da Sessão.
Até à sessão final (e presencial) de dia 15 de Dezembro, todos os fóruns se manterão abertos de forma a permitir a conclusão da acção de formação a quem tiver tarefas em atraso.
Recordamos que os blogues que constituem o trabalho final (e 50% da classificação na avaliação da acção) devem estar concluídos no dia da sessão presencial, onde serão apresentados aos colegas e formadoras.
Continuação de bom trabalho!
Até lá!
Margarida e Júlia
terça-feira, dezembro 08, 2009
domingo, dezembro 06, 2009
sexta-feira, dezembro 04, 2009
Informação sobre a 8ª sessão - WORKSHOP
Informação das formadoras, na plataforma Moodle:
Caros formandos
Continuação de bom trabalho!
Margarida e Júlia
Caros formandos
A 8ª sessão decorrerá EXACTAMENTE nos mesmos moldes das sessões que a precederam: de forma assíncrona, com a realização da tarefa proposta, sendo o tempo restante canalizado por vós para a produção do trabalho final (blogue) a apresentar na sessão presencial ou para a recuperação de tarefas em atraso.
Continuação de bom trabalho!
Margarida e Júlia
quarta-feira, dezembro 02, 2009
7ª sessão - Leituras obrigatórias
INSPECÇÃO GERAL DE EDUCAÇÃO
Avaliação Externa das Escolas
Constituem objectivos desta actividade:
- Fomentar nas escolas uma interpelação sistemática sobre a qualidade das suas práticas e dos seus resultados;
- Articular os contributos da avaliação externa com a cultura e os dispositivos de auto-avaliação das escolas;
- Reforçar a capacidade das escolas para desenvolverem a sua autonomia;
- Concorrer para a regulação do funcionamento do sistema educativo;
- Contribuir para um melhor conhecimento das escolas e do serviço público de educação, fomentando a participação social na vida das escolas.
Documentos de enquadramento
Etiquetas:
7ª sessão,
avaliação externa das escolas,
ige,
leituras obrigatórias
7ª sessão - Abertura
Mensagem das formadoras na plataforma Moodle:
Caros colegas
Já está disponível a 7ª Sessão.
Antes de iniciarem as vossas actividades devem ler primeiro atentamente a Introdução e o Guia da Sessão.
Continuação de bom trabalho!
Margarida e Júlia
Caros colegas
Já está disponível a 7ª Sessão.
Antes de iniciarem as vossas actividades devem ler primeiro atentamente a Introdução e o Guia da Sessão.
Continuação de bom trabalho!
Margarida e Júlia
terça-feira, dezembro 01, 2009
sexta-feira, novembro 27, 2009
Outras leituras - George Steiner 6
Ao mesmo tempo, as novas bibliotecas devem integrar esses meios revolucionários de publicação e de leitura que hoje registam um progresso quase incontrolável. Cerca de dois terços das novas entradas nos catálogos da Biblioteca do Congresso corresponderão em breve a formatos diferentes do do livro tal como o conhecemos. Ao entrar na Bibliothèque François Miterrand, o «leitor» - designação que começa a necessitar de ser revista -, é convidado a dirigir-se a uma iconothèque, uma sonothèque ou uma médiathéque, com uma super-abundância de materiais pictóricos e sonoros, de publicações periódicas e documentos audiovisuais, inventariados e transmitios por meio de sistemas electrónicos. O centro audiovisual oferecerá uma selecção, frequentemente actualizada, de três mil e quinhentos filmes, dez mil gravações e mais de cem mil fotografias de Daguerre até hoje. Cento e dez terminais em-linha facultam acesso, via CD-Rom, a um,a selecção, também renovável, de duas mil horas de televisão e oitocentas horas de rádio. O grande catálogo dos livros, incluindo cerca de dez milhões de títulos será inteiramente automatizado e consultado num monitor.
continua
quinta-feira, novembro 26, 2009
quarta-feira, novembro 25, 2009
Acção de Formação "Política de Gestão de Colecções em Bibliotecas Escolares"
Hoje, participei na Acção de Formação sobre "Política de Gestão de Colecções em Bibliotecas Escolares", com a formadora Maria Júlia Martins. Foi extremamente enriquecedora. Aprendi imenso.
Eis alguns pontos que devo registar, para memória futura:- Que colecção? a que corresponde à necessidades dos utilizadores.
- A colecção deve ser sempre actualizada com as novidades para que os utentes continuem a manifestar interesse pela colecção da BE.
- Não se devem ter preconceitos na aquisição de livros para a BE.
- A ideia de uma colecção estável, duradoura, antiga não se aplica a uma BE. A colecção da BE deve ser dinâmica, para que possa ir ao encontro do que os utilizadores, sobretudo os alunos, procuram e necessitam.
6ª sessão - Abertura
Caros colegas,
Já está disponível a 6ª Sessão.
Antes de iniciarem as vossas actividades devem ler primeiro atentamente a Introdução e o Guia da Sessão.
As actividades NÃO são em alternativa, mas sequenciais e sempre sobre o Domínio D...
<
Para a primeira actividade utilize o Fórum 1 e faça dois Posts:
O primeiro post indicando o Sub-domínio que escolheu (Assunto: Inscrição D1; D2 ou D3), de modo a evitar que todos escolham o mesmo. Só são admitidos até um máximo de 12 inscrições por Subdomínio.
O segundo post para a colocação da Tabela, escrevendo no assunto do Post apenas a palavra “Tabela” e a indicação do Subdomínio sobre que se debruçou (Assunto: Tabela D.1; D.2 ou D.3)
Para a segunda actividade utilize o Fórum 2.
Este Fórum serve para a colocação das suas propostas, conforme descrito em 5), escrevendo no assunto do Post apenas a expressão “Acções Futuras” e a indicação do Subdomínio sobre que se debruçou (Assunto: Acções Futuras D.1; D.2 ou D.3)
Coloque os seus trabalhos nos fóruns criados para o efeito para que todos os colegas possam vê-los, e vice-versa.
Continuação de bom trabalho!
terça-feira, novembro 24, 2009
sexta-feira, novembro 20, 2009
Outras Leituras - George Steiner 5
Não há investigador, não há grande leitor que possa esperar conhecer a fundo mais que uma fracção das fontes disponíveis, ainda que numa especialidade mais ou menos limitada. Tudo o que não é lido nem tocado no silêncio poeirento das estantes e dos fundos reservados continua a exercer, apesar disso, uma forte pressão através da sua presença e da sua disponibilidade.(...) O tomo, o panfleto, a publicação periódica podem voltar a ser um dia chamados à luz. O volume com a lombada envelhecida pode voltar a ser aberto na página manchada. Até a mais obscura das monografias comporta as suas potencialidades de ressureição. Lázaro é o santo padroeiro da bibliotecas.
continua
quarta-feira, novembro 18, 2009
5ª sessão - Leituras obrigatórias
This document provides guidance toward planning and implementing an evaluation process for for-profit or nonprofit programs -- there are many kinds of evaluations that can be applied to programs, for example, goals-based, process-based, outcomes-based, etc.
5ª sessão - Abertura
Caros colegas,
Já está disponível a 5ª Sessão.
Antes de iniciarem as vossas actividades devem ler primeiro atentamente o Guia, o Texto da Unidade e o texto de leitura complementar: Basic Guide To Program Evaluation..
Escolha, em alternativa, um dos seguintes Domínios/Subdomínios:
•A.2. (Promoção das Literacias da Informação, Tecnológica e Digital)
•B. (Leitura e Literacia)
•C.1. (Apoio a Actividades ...
e realize a tarefa proposta.
Continuação de um bom trabalho!
Júlia e Margarida
terça-feira, novembro 17, 2009
sábado, novembro 14, 2009
Outras leituras - George Steiner 4
No seu traçado, as bibliotecas em causa exprimem uma lógica de incerteza e de indeterminação inevitáveis. São como centauros, com metade de santuários, e metade de futuroscópios. Os seus tesouros extraídos do passado estão literalmente embutidos em santuários insonorizados e palidamente iluminados, feitos de vidros blindados e de madeiras preciosas. Não se destinam propriamente a ser tocados nem, por maioria de razão, consultados. Estatisticamente, e valendo isto tanto para a escala nacional e monumental como para o conjunto da região literária e universitária, as nossas bilbiotecas são colecções das colheitas da memória, arquivos classificados de textos escritos de todas as espécies - revelações, argumentação, imaginação, tabulação - dessa parte da história humana que cometeu a sua vida com a escrita.
continua
sexta-feira, novembro 13, 2009
quinta-feira, novembro 12, 2009
Outras Leituras - George Steiner 3
Tanto a lenda como as especulações eruditas adiantam a possibilidade vertiginosa de, no passado, se terem perdido, devido à destruição ou à inadvertência, chaves que tais.
Será a cooperação destas contradições entre o arquivístico e o futuro, entre o museu e o laboratório, que conferem às bilbiotecas leviatânicas, recém-inauguradas ou em fase de construção, a incerteza que marca tanto o fim a que se destinam como a sua própria configuração? Há uma indecisão que parece tornar estranhamente instáveis, senão transitórios, estes zigurates de mármore, de tijolo e vidro, como se fossem joguetes nas mãos de Titãs e votados à destruição. Porque é mais que evidente que, acabadas de abrir, a Bibliothèque François Miterrand, a British Library ou as novas dependências da Biblioteca do Congresso, são já obsoletas. O dilema refere-se ao formato e ao futuro do livro.
continua
terça-feira, novembro 10, 2009
4ª sessão - Leituras obrigatórias
Getting the Most of your School Library Media Program by Doug JohnsonIt sounds almost too good to be true. A single, building-level program that can:
■Improve reading scores
■Teach higher-level thinking skills
■Provide access to information resources in a variety of formats
■Improve every area of the curriculum
■Make students and staff more knowledgeable and comfortable with technology
■ Develop motivated and self-directed life-long learners
Yes, it’s the school library program that can do all these things and more. But unfortunately, not every school library program has this degree of impact in its school. If yours doesn’t, what can you as a building administrator or site leadership team do about it? Find below a six step plan to make your school library program an effective one. (...)
4ª sessão - Leituras obrigatórias
How Good Is Your School Library Resource Centre? An Introduction to Performance Measurement by Scott, Elspeth S.Reflection and evaluation are key to improving the effectiveness of the school library resource center (LRC). The idea of measuring success may seem initially daunting, or even threatening, and be seen as yet another call on already limited time, but we should not be put off: much of the information required is already there, either explicit or implicit, or can be easily extrapolated, and it only needs to be collated, critically evaluated and turned into knowledge about the strengths and the development needs of the LRC. This paper shows why performance measurement is for the benefit of the school pupils and staff, of the LRC and of the librarian; identifies some suitable measures to use; considers how the process might be managed within the context of the LRC; and looks at how the results can be made to work to the advantage of the LRC. It considers both "hard" or quantitative indicators and qualitative measures and looks at the crucial question of the impact of the LRC on learning. (...)
4ª sessão - Abertura
Mais uma mensagem das formadoras, no Moodle:
Caros colegas,
Já está disponível a 4ª Sessão.
Antes de iniciarem as vossas actividades devem ler primeiro atentamente o Guia, o Texto da Unidade e os textos de leitura obrigatória. Os textos de leitura facultativa não devem ser esquecidos...
Seleccione apenas uma das tarefas
2ª parte da tarefa: Escolha a proposta de um dos colegas e comente-a como resposta ao tema criado pelo colega e não criando um novo tema!
Continuação de um bom trabalho!
Júlia e Margarida
quarta-feira, novembro 04, 2009
Outras leituras - George Steiner 2
A Biblioteca do Congresso em Washington excede largamente estes números. O seu fundo é superior a trinta milhões de livros, contando ainda com cerca de quatro milhões de artigos, de folhetos e de outros impressos, que ocupam oitocentos e cinquenta quilómetros de prateleiras de estante. A Biblioteca tem cerca de quatro mil e quinhentos empregados de ambos os sexos que, espalhados por uma constelação de apoio intermédias, se esforçam por tratar as cerca desete mil novas aquisições que chegam todos os dias. O orçamento anual excede os quatro milhões de dólares.
Os motivos sociais e intelectuais subjacentes a estes colossais edifícios e investimentos são múltiplos e contraditórios. A palavra escrita, sem excluir a forma impressa, mostrou-se vulnerável. Perdeu-se a grande maioria dos textos produzidos no mundo antigo. Um naufrágio que sobreveio quase à vista de Veneza fez perecer definitivamente uma colecção de clássicos de literatura e de filosofia que escapara ao saque de Constantinopla. Foram queimadas bibliotecas - em Alexandria, em 642, e em Sarajevo, em 1992. (...). O equilíbrio entre a persistência e a fragilidade é sempre instável.
A obsessão da conservação e da preservação mostra-se paradoxalmente activa na modernidade. A arqueologia, a exumação, a salvaguarda e a restauração do minimo vestígio ou fragemento do passado, transformaram-se numa paixão.
(...) Mas o mesmo se passa com as intenções futuristas e as inovações tecnológicas. Estabelece-se uma equivalência, muitas vezes na ausência de qualquer exame sério, entre o saber e o poder, entre o acesso à informação e a sua aplicação em termos sociais e económicos. Até na sua arquitectura, as novas bibliotecas se assemelham a mosntruosos geradores e centrais de energia visando transformar aquilo que se considera como saber em produção intelectual e social. Quem sabe se o próximo impresso ou publicação periódica aparentemente efémera não conterá a chave do universo?
continua
terça-feira, novembro 03, 2009
3ª sessão - Leituras facultativas
Every fall, School Library Journal hosts a national Leadership Summit that brings together a mix of school librarians, administrators, other educators, researchers, and university professors, as well as policy makers and elected officials. While the topics change, the Summit always focuses on an issue of critical importance to school librarians. Our goal? To jump-start the conversation and create a ripple effect throughout the profession.
The 2007 Leadership Summit, “Where’s the Evidence? Understanding the Impact of School Libraries,” dove head first into evidence-based practice (EBP). (To learn more about last year’s Summit see “Peak Experience,” p. 41.) Evidence-based school librarianship, according to Ross Todd, director of Rutgers University’s Center for International Scholarship in School Libraries (CISSL), “is an approach that systematically engages research-derived evidence, school librarian-observed evidence, and user-reported evidence in the ongoing processes of decision making, development, and continuous improvement to achieve the school’s mission and goals. These goals typically center on student achievement and quality teaching and learning.”
The Evidence-Based Manifesto for School LibrariansIf school librarians can’t prove they make a difference, they may cease to exist
By Ross Todd -- School Library Journal, 4/1/2008
3ª sessão - Leituras obrigatórias
How can we ensure that students learn essential information skills? How can we partner with teachers to provide meaningful learning opportunities? How can we ensure that school librarians are central players in our schools?
The answers to these key questions lie in creating and managing exemplary library programs. As librarians, it's our job to ensure that administrators, teachers, parents, and decision makers fully comprehend that effective library programs are critical to boosting student learning and achievement.
Of course, changing perceptions is never easy. So we've developed a simple yet powerful strategy that school librarians can use to transform their programs into vibrant elements of a K–12 education. It is as simple as A (Articulate a vision and agenda), B (Be strategic), C (Communicate continuously). (...)
This Man Wants to Change Your Job
Mike Eisenberg offers a compelling blueprint for becoming a core player in your school
By Michael B. Eisenberg with Danielle H. Miller -- School Library Journal, 9/1/2002
3ª sessão - Abertura
Mensagem das formadoras, na plataforma Moodle:
Caros colegas,
Já está disponível a 3ª Sessão.
Antes de iniciarem as vossas actividades devem ler primeiro atentamente o Guia, o Texto da Unidade e os textos de leitura obrigatória. Os textos de leitura facultativa não devem ser esquecidos...
Nesta sessão há duas tarefas, devem seleccionar APENAS UMA das tarefas.
A 3ª sessão decorrerá entre o dia 3 e 9 de Novembro.
Continuação de um bom trabalho!
Júlia e Margarida
sábado, outubro 31, 2009
quarta-feira, outubro 28, 2009
Outras leituras - George Steiner 1
A propósito das ameaças e oportunidades que se colocam às Bibliotecas Escolares, lembrei-me da reflexão, deveras premonitória, que George Steiner faz, em 2001, sobre o futuro das biliotecas, no livro Gramáticas da Criação.
Ao longo dos dez últimos anos foram construídas e inauguradas mais bibliotecas públicas e nacionais que em qualquer período anterior. A nova British Library albergará aproximadamente dezassete milhões de livros, receberá anualmente cerca de quatrocentos mil leitores e adquirirá mais de cem mil novos títulos de doze em doze meses. Uma nova bilbioteca nacional alemã está a ser construída em Frankfurt. Em Paris, a Bibliothèque François Miterrand contém mais de doze milhões de volumes armazenados ao longo de quatrocentos e vinte quilómetros de estantes e deslocando-se, ao longo de oito quilómetros de tapete rolante. Está em condições de servir dois milhões e meio de leitores por ano e a incluir no seu catálogo cerca de duzentas mil novas aquisições anuais. As suas quatro torres inspiram-se, quase integralmente, na torre do Louvre onde, em 1368, Carlos V depositou um milhar de obras manuscritas. (continua)
Etiquetas:
bibliotecas,
outras leituras,
Steiner
terça-feira, outubro 27, 2009
2ª sessão - Leituras facultativas
Library media specialists have big roles to fulfill as program administrators, information specialists, teachers, and instructional partners. But what about the more mundane tasks accomplished every day? These small things do make a big difference. In his book The Tipping Point: How Little Things Can Make a Big Difference, author Malcolm Gladwell details these routine behaviors that reap big rewards (2000). Gladwell identifies three types of people who can make a difference: mavens, connectors, and salesmen. He explains, "Mavens are data banks. They provide the message... Connectors are social glue: they spread it...." "Salesmen," he continues, they are the ones "with the skills to persuade us when we are unconvinced of what we are hearing..." (2000). When I read this, I immediately thought of individuals who fit into these three categories. But I wondered, "How do these analogies apply to library media specialists?" Eventually, I realized these categories identify the habits of exemplary library media specialists and make a big difference in the success of their practice. (...)
2ª sessão - Leituras facultativas
The library media center has long been a beloved and specialized learning environment for students, a place rich with opportunities to pursue specialized inquiries, interests, and ideas. It is the most natural venue in schools for differentiation, integration of technology, and collaboration. In recent years, state and national standards for information literacy and technology have delineated a framework for what students are expected to know and be able to do as a result of their work in the library media center. Noted education researchers, system leaders, and authors as well as foundations have further bolstered the importance of the library media center as an integral part of 21st century learning so that students are prepared for the demands of the workplace. There has never been a more exciting or potentially powerful time to be a library media specialist.
There is, however, one fundamental problem that has existed for years and has frustrated specialists for years: How do we get the authority to teach students? If they don't come to the library media center at all or come for a meaningful purpose (i.e., a task where students are expected to work in critical and creative ways to collect, analyze, and synthesize information), then how can students be expected to achieve the standards?(...)
2ª sessão - Leituras facultativas
El profesional de la información en los contextos educativos de la sociedad del aprendizaje: espacios y competenciasReflections are made on the role of the information professional as an active protagonist in the training of informational competences and in the support to the educative change in the learning society. The antecedents of the educative fuction of the information professional in the last centuries and the points of contact with contemporary approaches connected with the support to the learning-teaching process and the development of informational competences are analyzed. The centers of learning resources, the learning communities and the e-learning systems are studied as spaces of action of the information professional in this new educative context. It is stressed that this professional needs knowledge of learning theory and pedagogical methods, as well as skills and teaching experience to design effective user training programs and informational literacy programs.(...)
Lic. Nancy Sánchez Tarragó1
2ª sessão - Leituras obrigatórias
Preparing students to meet the challenges of the 21st century has solidified the need for information literacy and technology as meaningful components of curriculum designs and instructional practices. The survey report Partnership for 21st Century Skills states that, when polled, voters rank the following areas as high priorities for schools (2007)
• computer and technology skills
• critical thinking and problem solving skills
• ethics and social responsability
• written and oral communications
• teamwork and collaboration
• lifelong learning and self-direction
• leadership
• crativity and innovation
• media literacy
• global awareness
(...)
2ª sessão - Leituras obrigatórias
I have begun writing this adress in one of the world's magnificent libraries, the Library of Congress, in Washington D.C. The scale and grandeur of the physical place and the enormity of its collection are difficult to comprehend. The collection includes more than 28 million catalogued books and other print materials in 460 languages, and has the largest rare book collection in North America, as well as the world's largest collectin of legal materials, films, maps, sheet music and sound recordings. Marble, gilt, brass, vaulted ceilings, mosaics honoring the professions, magnificent paintings depicting the creation and diffusion of knowledge and the role of literature and learning, sculptures featuring life and thought and honoring those who over centuries have made distinguished contributions - all these make it visually an awesome and inspiring place. I am working in the domed Reading Room of the Thomas Jefferson Wing, barely able to concentrate.
A mural by Edwin Blashfield depicting the great epochs of civilization adorns the apex of this enormous and embellished dome. In the cupola of the dome is another painting by Edwin Blashfield, and it is this that captures my attention. Here is painted a female figure, visible only to those in the Reading Room below, representing Human Understanding. Human Understanding. And atop this dome, on the outside of the building, is the "Torch of Learning". It is my view that the pinnacle, the centre, the heart of a library is the development of human understanding. My central claim in this paper is that the school library in the 21st Century is about constructing sense and new knowledge, and building an information infrastructure and information resources to enable this. This is the idea of the library as a knowledge space, not information. In order to achieve that, I believe we need to focus on three things: connections, not collections; actions, not positions; and evidence, not advocacy.(...)
Subscrever:
Comentários (Atom)












